Qual será o impacto para os movimentos de saída de capital se forem liberalizados e privatizados serviços estratégicos como os de telecomunicações, portos, energia e água em favor dos interesses das empresas européias?”. Estas são perguntas que faz Rezistans Ek Alternativ, movimento político de Mauricio, depois que este país africano, junto com Madagascar, Seychelles e Zimbábue, assinaram um acordo interino de associação econômica (EPA) com a União Européia no final de agosto. O grupo solicitou uma sessão urgente do parlamento para discutir o acordo.
Tagged under Sul GlobalNo ultimo sete de setembro comemoramos a Independência do Brasil, mas para nós trabalhadoras domesticas, esse data não é motivo de comemoração, pois em pleno século XXI, o Trabalho Domestico Escravo é uma triste realidade, o exemplo disso é o que sofreu a companheira GABIRELA que ainda criança foi retirada do seio de sua família que residia no interior do Estado, por sua ex-patroa para trabalhar em sua residência desde os 10 anos de idade. GABRIELA desde cedo sofreu vários tipos de maltratos como: agressão física ( apanhava de cabo de vassoura, tabua de carne , cintos e etc.) agressão psicológica,( você é burra, xingamentos em geral ), impedimento de participar do enterro de sua mãe, cárcere privado e etc.
Nesta presente era não podemos aceitar que, pessoas utilizem do seu poder financeiro para humilhar e escravizar nossas crianças.
Não é mais aceitável que certas famílias arranquem as crianças que vivem no interior com a falsas promessas de estudos e regalias, quando na verdade a intenção é destruir o seu desenvolvimento intelectual, psicológico, família, social e cultural.
Vamos dar um basta nesta vergonhosa realidade.
Está na hora de fazer justiça, punindo essas pessoas que ainda insistem com a mentalidade escravocrata.
O sindomestico/ BA está atento, pois sabemos que existem varias Gabrielas em nosso pais.
Aproveitamos para convidar todas e todos que lutam por Direitos humanos, para participarem de uma manifestação no prédio da Justiça do Trabalho ( no comércio), no dia 14/09/2009, ás 8:00 h, onde acontecera o julgamento de uma ação de trabalho domestico escravo.
Tagged under Sul GlobalO primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, disse há dias que a China “continuará a participar activamente na globalização económica” e “condena o proteccionismo.
“Com a sombra da crise financeira global ainda a pairar, a comunidade internacional não deve vacilar na sua determinação ou abrandar os esforços contra o proteccionismo”, afirmou Wen Jiabao na abertura do Seminário Davos Verão 2009, em Dalian, nordeste da China.Tagged under Sul GlobalSob o tema “Encontros de Investimentos Indo-Moçambicano – Oportunidades para Investimento indiano em Moçambique”, a missão é organizada pelo Alto Comissariado de Moçambique em Nova Deli, em coordenação com o Centro de Promoção de Investimentos (CPI), Câmara de Comércio, Indústria e Agricultura de Pune, entre outras entidades moçambicanas e indianas. Os seminários servirão de plataforma para proporcionar aos diferentes agentes económicos, a troca de experiências sobre as últimas tendências tecnológicas, mostrar as imensas oportunidades de negócios que Moçambique oferece para o empresariado indiano e formar parcerias comerciais entre os dois países.
Tagged under Sul GlobalCerca de 13.000 livros reunidos por entidades oficiais e empresas vão ser doados a várias instituições dos estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), anunciou hoje o Ministério da Cultura. De acordo com uma nota do gabinete do ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, foram reunidos 12.844 livros pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) em parceria com a Imprensa Nacional/Casa da Moeda e a Parque Expo, S.A.
Tagged under Sul GlobalO repórter Bernardo Mello Franco, de “O Globo”, escreveu que a “Câmara dos Deputados aprovou ontem uma versão esvaziada do Estatuto da Igualdade Racial”. Na mesma reportagem, o ministro Edson Santos afirmou que “o grande avanço é que ele não vai gerar conflito”. (O Globo, p. 11.) O Dep. Luiz Alberto (PT-BA) por sua vez afirmou, em pronunciamento da tribuna da Câmara, que o texto aprovado era “o possível”. E acrescentou: “Em caráter conclusivo, a matéria vai ao Senado Federal, onde também há um acordo para imediatamente se constituir uma Comissão Especial para aprovar o Estatuto, a fim de que o Presidente Lula, ainda este ano, possa sancioná-lo e dar ao Brasil uma oportunidade de se criar uma verdadeira democracia.”
Tagged under Sul GlobalA continuidade dos conflitos armados no departamento de Nariño, sul da Colômbia, está gerando deslocamentos massivos na região, afetando principalmente comunidades afro-colombianas que vivem na bacia do rio Tapajós. Só neste ano, foram quatro deslocamentos massivos na região. Desde 2007, mais de sete mil pessoas foram obrigadas a deixar suas casase suas comunidades para se proteger do conflito armado no país.
Tagged under Sul GlobalO presidente do Sebrae Nacional, Paulo Okamotto, e técnicos da instituição visitam a África do Sul e Moçambique, entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, onde se reúnem com órgãos governamentais e entidades representativas do segmento. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) tem ampliado, nos últimos anos, a sua cooperação com países africanos para a capacitação e desenvolvimento dos negócios de pequeno porte de diversos países de língua portuguesa e não só.
Tagged under Sul GlobalVilma. Vilma Reis - A gente sempre brinca que, numa sociedade racista, mulher negra tem de ter nome e sobrenome, senão o racismo bota o nome que quiser“. O Reis, herdou da avó, que a criou e foi seu “primeiro movimento negro“. Fazia questão de repetir que as netas não iam “limpar a casa dos brancos“, como ela fazia. Vilma guardou as palavras, mas, quando saiu de Nazaré das Farinhas para retornar a Salva d o r, onde nasceu, não viu outro jeito. Dos 14 aos 19 anos, trabalhou como empregada doméstica. Em 17 de fevereiro de 1988, resolveu sair do emprego, em plena sext a fe i ra de Carnaval, e não voltou mais. “Procurei meu pai, deixei minhas coisas com ele e fui para Arembepe, que era o lugar mais lindo que eu conhecia. Fiquei lá conversando com as mulheres das águas...“. Na volta, foi morar num pensionato no Dois de Julho e apontou jogo do bicho embaixo de uma árvore no Chame-Chame. Quando terminou o ensino fundamental, tentou a vida em São Paulo, mas, ”sem redes de apoio”, voltou logo para a Bahia. Ainda ouvindo a voz da avó para que não parasse de estudar, matriculouse no Colégio Central e virou militante do movimento estudantil, mas, com o tempo, sua cabeça ficou 100% voltada para o que depois ficaria conhecido como ”feminismo negro”. Fez da causa a sua missão. Com 25 anos, passou no curso de sociologia da Ufba e desde 2004 coordena o Ceafro (Educação e Profissionalização para a Igualdade Racial e de Gênero). Na sua dissertação de mestrado, Atucaiados pelo Estado, analisou as políticas de segurança pública implementadas em bairros populares de Salvador, e não esconde que essa é sua ”cachaça”. Aos 39, está fazendo doutora d o e quer voltar a conversar com as mães que perderam seus filhos para a violência.
Hoje, a principal bandeira do movimento negro na Bahia é a questão dos homicídios que vitimam jovens negros?
VR - É uma das principais. Está havendo um genocídio da juventude negra.Nossa cidade em janeiro chegou à marca de 11 homicídios por dia. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Segurança Pública (realizado no final de agosto), se constituiu numa verdadeira aberração, porque a sociedade civil foi minoria. Aí é brincadeira dizer que vai mudar a cara da segurança pública, que é patrimonialista e trata a população negra no Brasil como inimiga.
Sua dissertação sobre esse tema é de 2005. A senhora acredita que a segurança melhorou no governo Wagner?
VR- O governo Wagner vive as contradições de um País estruturado pelo racismo institucional. Isso se configura com toda força na segurança pública, que historicamente vive sob controle do Poder Executivo. Mas estamos diante de uma polícia que não respeita Poder Executivo. Wagner, no começo do governo, nem chegou a mudar o comando da PM...Foi, levou não sei quanto tempo para mudar, mas a questão nem é essa.Você tem de redirecionar a política.Tem de chegar na frente das câmeras e dizer: ‘Esse governo é contra a matança‘. Porque o menino branco de classe média que está em conflito com a lei não é abatido. E não nos interessa que ninguém seja abatido.
Nós queremos uma polícia que respeite a população, seja ela branca, negra, pobre ou rica. Para muitas mulheres negras da Bahia, a única ou principal forma de contato com o Estado é ir buscar seus filhos mortos no IML ou nos hospitais. Não nascemos para enterrar nossos filhos. E estamos diante de uma geração de mulheres negras que está indo enterrar um, dois, três filhos, como aconteceu no dia 16 de junho com aquela mãe em Canabrava, que num único dia perdeu seus três filhos assassinados pela polícia. Lamentavelmente, estão sempre dizendo que houve troca de tiros, que foi auto de resistência, essa aberração criada depois do AI-5. Temos de enfrentar esse álibi para matar. A questão é: até quando a sociedade brasileira vai achar que não tem nada a ver com isso? Outro problema é que as vítimas desses homicídios não têm direito à investigação. Ah, mas quando a médica morre, aí a investigação é imediata. Essa mesma polícia não se sente com responsabilidade de responder nada a 83% da população negra desta cidade? A senhora deve ser vítima de um discurso que associa defensores dos direitos humanos a defensores de bandidos.
Rá-rá! Esse discurso não chega só a mim, como a militantes valorosos, como o professor Hamilton Borges, que é um dos coordenadores da campanha Reaja ou será morto/ Reaja ou será morta, que é um movimento a que me filio. Muitos militantes têm sido criminalizados, inclusive por pessoas que participam deste governo. Na minha dissertação, trabalhei com a Operação Beiru. Em 1996, a polícia invadiu o Beiru com 250 policiais, e o saldo foi de 52 mortos em um mês. Passei meses lendo os laudos cadavéricos no IML e entrevistei 20 mães dos jovens assassinados. Fui à região da Fazenda Grande entrevistar uma mãe, e um mesmo policial matou seus três filhos, o último na frente dela. Estamos falando disso. E nós somos a maioria! Os brancos têm o dinheiro que têm porque nós sobrevivemos.
Temos conhecimento suficiente para dirigir o País, mas não vamos conseguir fazer isso se eles continuarem nos matando. É muita bala perdida pra nosso lado, a bala pode perder a direção de vez em quando... O secretário César Nunes, que tem orgulho de dizer que não é secretário de Segurança, mas de polícia, e diz que se um policial for derrubado, ele vai derrubar 10 do outro lado... Uma autoridade dizer isso? Entendo que a bancada da bala precise criminalizar a mim e outros militantes, porque é assim que eles se tornam mais ricos. Enriquecem graças ao medo da classe média que vive em condomínios racialmente blindados, que cria seus filhos em escolas racialmente blindadas. Eles precisam do nosso trabalho para ir se bestializar em Walt Disney... Os jovens alemães quando viajam pelo mundo têm vergonha do nazismo.Nossos jovens não têm vergonha da escravidão. Isso é muito grave.O que a senhora acha do Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), que foi implantado no bairro de Tancredo Neves em agosto?
VR - Nós estamos com o Pronasci atravessado na garganta. Nossa principal crítica é que ele não pode ser gestado pelas forças de segurança. Pude observar experiências nos EUA, em San Diego, em que áreas estigmatizadas receberam um alto investimento, e a segurança pública ficou aqui, ó, em stand by. A prioridade tem de ser investir em outras frentes, profissionalização, saúde, a chegada da juventude à universidade.
Quem tem de coordenar Pronasci é a Sepromi (Secretaria de Promoção da Igualdade), e não uma secretaria que tem uma visão criminalizadora da população negra. Como é que podem pensar numa bobagem de “Mulheres da paz“, onde as mulheres podem ser identificadas como x-9, delatoras, e passar a correr riscos dentro da sua comunidade? Imagine o papo dos caras, ‘mancha criminal‘. ‘O Nordeste de Amaralina tem uma grande mancha criminal‘.
Isso é de um governo que quer dialogar com a sociedade? Então como é que a gente pode aguentar um Pronasci pelos peitos? Tá difícil, né. A polícia geralmente rebate que não pode ser racista sendo formada, em sua maioria, por homens negros. O policial que está fazendo o trabalho sujo cumpre o papel que os brancos não têm coragem de cumprir. Entrevistei os coronéis da polícia e encontrei poucos negros. Por mais que você tenha às vezes um comandante negro, como foi o coronel Santana ou o coronel Mascarenhas agora, eles estão botando a cara na frente para legitimar essa ação. Mas a polícia tem como parar essa carnificina. No dia que eles quiserem parar, eles vão parar. O racismo lombrosiano, aqui organizado por Nina Rodrigues, faz a cabeça da polícia até hoje.
Eles não precisam importar modelo nenhum de tolerância zero. Aquilo que Kátia Alves (exsecretária de Segurança) fez no final dos anos 90, mandando os altos oficiais para serem treinados em Nova York, era um miseenscène . Eles têm um modelo próprio de subjugar negros. O Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra, vinculado à Sepromi, que a senhora preside, procurou o Ministério Público para pedir que programas como o Na Mira e Se liga Bocão saíssem do ar.A senhora também considera esses programas racistas?
VR- Ter essas aberrações como Na Mirae Se liga Bocão é a prova de que aqui os direitos humanos não são respeitados.
Nós fomos ao Ministério Público e dissemos ao promotor que esses programas deveriam sair do ar. E o MP lamentavelmente não conseguiu nem que eles obedecessem ao TAC (Termo de Ajustamento de Conduta). Esse papo de censura... Você tem direito enquanto não viola direitos. Desde o ano passado, o Delegado-Geral Joselipo Bispo baixou uma portaria proibindo os delegados de abrirem as carceragens, e eles estão desrespeitando isso todos os dias. Se o Estado mostra aquelas pessoas antes de elas serem julgadas, está em crime confesso.
Para esses agentes policiais, essas pessoas não são dignas nem de ter sua imagem protegida.Por que a senhora ainda trabalha com o conceito de raça, há muito superado cientificamente?
VR- Quem nos impôs o conceito de raça foi o racismo. Nós sabemos que a raça é humana. O que foi cunhado como argumento para legitimar a colonização entre os séculos 16 e 19 é o que formulou o conceito de raça, é o lombrosionismo. Não opto pelo conceito de etnia porque a gente não está morrendo de etnicismo, estamos morrendo de racismo. E para desmontá-lo, temos de nos mover com esse conceito, reposicionandoo na história. As comunidades indígenas brasileiras têm como se identificar dentro do conceito de etnia.
Um é tupinambá, outro é pataxó hã-hã-hãe... Nós não tivemos essa condição, porque fomos divididos brutalmente no tráfico transatlântico.
Obviamente um racista como Ali Kamel diz que aqui não tem isso, que é algo que o movimento negro está importando, que é perigoso ter políticas afirmativas...
Mas o País é formado por muitos povos, somos frutos dessa mistura. Às vezes parece que o movimento negro de alguma forma nega nossa ‘morenice‘.
Opa! O recurso do argumento da mestiçagem é a zona de conforto de quem não quer promover direitos.
Você, Tatiana, como uma mulher negra de pele clara... Não tenho o direito de te identificar, você que se autoidentifique, mas se você for disputar espaços na USP, lá imediatamente vão te identificar, porque a ‘branquitude‘ dos baianos termina em São Paulo, e a ‘branquitude‘ dos brasileiros acaba no aeroporto... A elite brasileira é contra políticas afirmativas, mas, quando vai estudar em universidades no exterior, se beneficia das cotas para latinos.A senhora está dizendo que a mestiçagem é uma falácia?
VR- Não, você pode se autoidentificar como mestiço, mas você não pode usar isso para diluir todo mundo e dizer: não precisa políticas afirmativas, porque não tem negro e não tem branco. A televisão, o mercado de trabalho e a polícia sabem que aqui tem branco e tem negro, sim. O que a gente quer é que as pessoas fiquem em paz com a sua identidade, que possam se olhar no espelho e estar bem consigo mesmas, com seu cabelo. Como diz Elisa Lucinda: ’Pô, chamar meu cabelo de ruim? Ele já falou mal de você?‘. As pessoas crescerem achando que tem cabelo bom e cabelo ruim? É se diminuir demais.
* Vilma Reis é Coordenadora do Ceafro, na Universidade Federal da Bahia. Entrevista publicada em
* Por favor envie comentários para [email][email protected] ou comente on-line em http://www.pambazuka.orgTagged under Sul GlobalO trânsito Brasil/África, em termos literários, foi intenso, e não são poucos os trabalhos que tratam da influência que a literatura brasileira exerceu na produção literária africana. A mesma dinâmica deve ser pensada, no entanto, em sentido inverso.
Tagged under Sul GlobalO ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional do Mali, Moctar Ouane, é recebido neste quinta-feira (13), em Brasília, pelo ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim. A cooperação na área agrícola é uma das prioridades do governo do Mali. Durante a visita, os dois países assinarão um Memorando de Entendimento sobre o estabelecimento de um Mecanismo de Consultas Políticas e Acordo sobre Isenção de Visto para Passaportes Diplomáticos, Oficiais ou de Serviço.
Tagged under Sul Global MaliO governo brasileiro vai apoiar a capacitação técnica do Insituto Nacional de Estatística de Cabo Verde, foi anunciado em Brasília pelo Ministério das Relações Exteriores. O acordo, assinado terça-feira (21), na cidade da Praia, por ocasião da visita do ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, visa transferir conhecimentos metodológicos e tecnológicos para a realização de estatísticas em Cabo Verde, em diversas áreas e terá a duração de dois anos.
Tagged under Sul Global Cape Verde“Os alunos consideram a escola como um ponto de passagem. E enquanto ponto de passagem, a escola é para ser vivida, de preferência, fora do edifício, nas pastelarias e cafés mais próximos, na convivialidade. Nunca no domínio da aprendizagem. Ou seja, a escola é uma obrigação por que tem de se passar porque é necessário um diploma, cada vez mais requisitado no mercado de trabalho.
Tagged under Sul GlobalPretende-se, com este entendimento, contribuir para a implementação do sistema em todas as instituições do Estado e capacitar os seus funcionários na eliminação dos documentos sem valor administrativo, fiscal legal ou para pesquisa. Pretende-se, igualmente, contribuir para a eficiente produção, administração, conservação e destinação dos documentos, transferir conhecimentos na área de arquivo e documentação e, desta forma, melhorar a actuação dos funcionários do sector no desempenho das suas actividades.
Tagged under Sul GlobalCDCN Convoca Organizações do Movimento Negro para Encontro de mobilização com a Comunidade Quilombola de São Francisco do Paraguaçú, na Casa de Angola, nesta quarta-feira (05.08), as 17hs
Tagged under Sul GlobalA Universidade Federal do Rio Grande do Sul [UFRGS], através da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação [Fabico] e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação [PPGCOM], está publicando a cartilha “Para fazer Rádio Comunitária com "C" maiúsculo. A obra é organizada por Ilza Girardi, professora do PPGCOM, e Rodrigo Jacobus, mestrando do programa, e dá sequência a um trabalho de seis anos que já havia publicado a “Cartilha (sem frescura) da Rádio Comunitária”.
Tagged under Sul GlobalO Governo brasileiro está a incentivar os empresários a descobrir o mercado africano e quer superar nos próximos anos os dois grandes gargalos nas relações comerciais com África - deficiência de transportes e ausência de bancos brasileiros no continente. "Estes gargalos devem-se ao desinteresse do Brasil, durante muitos anos, em relação a África e também à América Latina. Mas não acredito que tenhamos perdido ainda o 'bonde' (comboio) de África", disse à agência Lusa o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge.
Tagged under Sul GlobalPresidente brasileiro, Lula da Silva, disse hoje, durante a visita do seu homólogo moçambicano, Armando Guebuza, que Moçambique é um "parceiro estratégico e prioritário" das relações do Brasil com África e anunciou uma nova missão empresarial em Outubro. "Hoje damos mais um passo para consolidar uma aliança que é modelo de cooperação para o desenvolvimento e que revela o potencial transformador da relação Sul-Sul", destacou Lula da Silva.
Tagged under Sul Global34 dias embrenhado numa de suas regiões podem calar alto no espírito de um afrobrasileiro. Sentimentos contraditórios, misto de alegria e tristeza, dor e emoção. O Coração das Trevas, de Joseph Conrad, permanece leitura atual para se entender parte das contradições africanas. Ao percorrer as capitais do Senegal, da Guiné, do Mali, e também viajando por suas entranhas, por Gâmbia, em inseguros meios de transporte da gente local, sobressai ao estrangeiro a distância entre o mito, o romantismo e a realidade.
Tagged under Sul GlobalCabo Verde tem "um potencial enorme para as exportações" do Brasil, faltando "confiança e conhecimento" para a concretização dos negócios, disse o presidente da principal câmara de comércio cabo-verdiana. Paulo Lima, presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços do Sotavento de Cabo Verde, comentava à Lusa as perspectivas de negócio com o Brasil, no quadro do V Encontro de Negócios na Língua Portuguesa, que decorrerá de 27 a 29 de Setembro em Fortaleza, Ceará (Brasil).
Tagged under Sul Global Cape Verde
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