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    O governo brasileiro vai acionar amanhã a Organização Mundial do Comércio (OMC) para que a entidade passe a monitorar o impacto dos pacotes lançados para salvar as indústrias dos países ricos. A OMC vai se reunir nesta segunda-feira pela primeira vez para avaliar as consequências da crise econômica no comércio internacional. O governo teme que as operações de socorro, incluindo as do presidente americano, Barack Obama, que está para ser votado, irradie pelo mundo uma nova onda de ações de cunho protecionista e nacionalista.

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    Pelo menos 10 mil cortadores de cana-de-açúcar cruzaram os braços em diferentes cidades paulistas como Colômbia, Viradouro, Terra Roxa, Morro Agudo, Pontal e Sertãozinho, em outubro de 2008. Assim como nas históricas greves de Guariba (SP), as paralisações não surgiram de uma articulação sindical centralizada, mas foram fruto da insatisfação generalizada no que diz respeito à remuneração oferecida pelas empresas sucroalcooleiras.

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    O sofrimento dos anos de fuga dos quilombos no período colonial e imperial ainda não acabou. Sob um ângulo, a Ilha de Marajó é um paraíso econômico para uma minoria de pecuaristas criadores de búfalos; sob outro, um território com forte desigualdade social, onde comunidades quilombolas estão cercadas por fazendas improdutivas, sem o direito de ir e vir, e que ainda testemunham, ou mesmo possuem integrantes que trabalham em condições análogas à da escravidão.

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  • http://www.pambazuka.org/images/articles/13pt/53957_tmb.jpgWalter Rodney, ainda um autor polemico e desconhecido no Brasil, quando escreveu “Como a Europa subdesenvolveu a África” não pensou em como a escravidão desenvolveria o Brasil e países asiáticos. O gigante da America Latina tem uma divida com as populações negras que são reflexo da escravidão de africanos nestas terras. Ou como explicar a perpetuação de alguns paradigmas escravocratas?

    Em 2009, o Fórum Social Mundial aconteceu na região amazônica, cidade de Belém, no estado do Para - Brasil. Neste encontro, que durou seis dias, com muitas discussões, analises e protestos, esquerdistas e militantes de todo mundo mostraram que existe sim alternativas a esse sistema capitalista que somente pode ser definido como genocidario que cada dia mais criminaliza a pobreza e os movimentos sociais organizados.

    Neste artigo apresentaremos os argumentos que balizam a discussão em torno da vergonhosa realidade de nosso pais, principalmente na região Amazônica: a persistência do trabalho escravo 110 anos apos a abolição da escravidão de africanos no Brasil. Não coincidentemente, segundo pesquisas recentes, a maioria dos trabalhadores não-assalariados, escravizados em lavouras do setor sucro-alcooleiro são afro-descendentes. Alguém ainda duvida que a pobreza tem cor neste pais?
    De acordo com jornais locais, o Fórum Social Mundial conseguiu reunir em Belém aproximadamente 100.000 pessoas. E, não aleatoriamente, a época do Fórum coincide com o Fórum Econômico Mundial em Davos. Muitos lideres governamentais da esquerda compareceram para as discussões, numa tentativa de enfrentar a atual crise mundial, que tanto afeta os países em “desenvolvimento”. O papel principal do Fórum Social ‘e de servir como uma ampla rede de discussão e oportunidade para esquerdistas do mundo inteiro. Este ano, a crise global financeira foi o foco e os debates e criticas caíram sobre o mercado livre e o fim do capitalismo.

    Como co-editora do Pambazuka News em língua portuguesa, participei das discussões sobre trabalho escravo no Brasil, e a partir dos debates nas mesas-redondas, elaboramos uma reflexão que quica servirá de base para futuras discussões e que interessa aos nosso leitores ativistas e articulistas.
    Na tenda da Irma Dorothy, o tema foi o Trabalho Escravo Contemporâneo, e um ouvinte mais desavisado ficaria estupefato com as artimanhas do sistema econômico brasileiro para sustentar, em pleno ano de 2009, em pleno século 21, o trabalho escravo, que vai desde o trabalho escravo infantil em carvoarias, do trabalho não-remunerado em campos sucro-alcooleiros, ao trabalho escravo de imigrantes bolivianos em São Paulo.

    Brasil, China e Índia formam hoje o bloco político e econômico de grande forca no mundo dito emergente, entretanto não devemos perder de vista que um dos fatores que unem esses países rumo a liderança mundial ou a uma liderança no sul do mundo e a exploração da mão-de-obra barata e do trabalho escravo nas bases de sua produção, vejam se as vergonhosas estatísticas do Brasil no setor energético, de acordo com relatório da Repórter Brasil. Países asiáticos na concorrência da produção mundial não se importam com os direitos básicos dos trabalhadores, e o Brasil, apesar de figurar nas estatísticas do trabalho escravo, opera uma certa liderança na tentativa de erradicação do problema, apesar de toda resistência ao enfrentamento que essa questão suscita. De acordo com a OIT, o empenho do Brasil na errdicaçao do trabalho escravo e um modelo.

    A informalidade do trabalho no Brasil chega aos 130 milhões de trabalhadores, e de acordo com Francisco, auditor Fiscal do Trabalho, esse fato por si só, beira a escravidão de milhares de pessoas em idade produtiva. Seria o caso de tentarmos questionar então o que vem a ser trabalho informal? Será que as regras não transpuseram a norma na adjetivação do que seja formal e informal?
    De acordo com pesquisa feita pelo Grupo de pesquisa do trabalho escravo da Universidade de São Paulo (USP) existe um perfil deste trabalhador escravizado, e duas perguntas nortearam a pesquisa: quem são os escravizados e quem são os escravizadores? Tal estudo foi crucial para um mapeamento da questão no Brasil e para a implementação de políticas publicas de repressão ao trabalho escravo.
    Três categorias estão envolvidas no processo: de um lado o trabalhador a ser escravizado, empobrecido e sem perspectivas de sobrevivência em seu lugar de origem, o gato, o mediador e o ilusionista desse trabalhador, e da outra ponta, o empresário ou fazendeiro que explora esta mao de obra. No meio rural, a maioria desses trabalhadores são homens, na faixa etária dos 30 anos, 18% são analfabetos e sem formação profissional, e o não mais surpreendente aos nossos leitores, 80% (oitenta por cento) deles são negros. Já os empregadores são do sexo masculino, brancos e com nível universitário, geralmente administradores de empresa, agrônomos e veterinários. Alguma relação com uma historia nossa bem conhecida? Continuando...esses trabalhadores geralmente migram do Norte e Nordeste do pais, e em especial do Maranhão, eles vivem na periferia da cidade ou em povoados rurais e foram expulsos do campo. Já os empregadores são do sudeste do Brasil ou moram em capitais da região Nordeste ou Norte do pais.

    No quesito família, e importante salientar que os trabalhadores vivem com suas famílias e 44% deles representam a única fonte de renda deste núcleo. No que concerne aos empregadores, eles são chefes de família e tem seus filhos estudando em universidades. Sobre a propriedade das terras, os trabalhadores, 70% não tem a posse da terra, ou eles trabalham por arrendamento ou meia. Os empregadores, obviamente vem de famílias de grandes proprietários de terra do Norte e Nordeste, principalmente da recente ocupação amazônica.

    Existe um fato que deve ser destacado nessa argumentação e que chama a atenção, o que faz esse trabalhador ser escravizado? Uma investigação resultou em saber que em sua maioria, esses mesmos homens um dia foram trabalhadores infantis, ou faziam trabalhos temporários, e quanto aos nordestinos, eles tem que normalmente se deslocar para conseguir emprego. 60% desses homens já haviam passado por algum tipo de privação de liberdade: ou gerada por divida ou por distanciamento geográfico.

    Um fato que chamou a atenção foi o fato de que a maioria das fazendas onde ha trabalho escravo, são altamente desenvolvidas tecnicamente, e ha uma combinação do trabalho precário e escravo com maquinaria altamente qualificada e cara, produtos de importação.

    Um dado trazido para a discussão foi o fato de que 10% dos trabalhadores regatados do trabalho deshumano relatou que já tinham sido escravizado antes, logo, sem uma política de inserção no mercado legal de trablho, e uma intensa fiscalização por parte dos órgãos governamentais será impossível a erradicação desta forma de “trabalho” que em nada dignifica o homem. Alguém se lembra de política publica do Brasil pos-abolição para os escravos libertos? Alguma dificuldade em estabelecer paralelos?

    Qual nao sera o preco que o povo brasileiro devera continuar pagando para que seu pais integre o grupo do BRIC ou que sejamos o primeiro produtor mundial de bio combustivel? Juntarmos a luta contra a escravidao no campo e nas relacoes de trabalho e lugar por um mundo melhor, com justica (sem o adjetivo social) apenas justica para todos, e lutar pela insercao do negro em condicoes de igualdade de disputa no mercado de trabalho, e lutar contra o racimso sutil e violento deste pais, e lutar contra a face mais horrenda o capitalismo: a deshumanizacao e a criminalizacao da pobreza!

    *Alyxandra Gomes Nunes atua como co-editora do Pambazuka Língua Portuguesa e também é doutoranda em Estudos Étnicos e Africanos na Universidade Federal da Bahia - Brasil

    *Por favor envie comentários para [email][email protected] ou comente on-line em http://www.pambazuka.org

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    Numa das salas da Universidade do Minho em Braga e no contexto do X Congresso Luso-Afro-Brasileiro, José de Souza Martins, Jacqueline Sinhoretto, Sérgio Adorno (todos do Brasil), Paulo Granjo (Portugal) e eu (Moçambique) debateremos os linchamentos no Brasil e en África.

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    A chanceler alemã, Angela Merkel, pediu nesta terça-feira ao papa Bento 16 para "deixar bem claro" que rejeita a negação do Holocausto, depois da reabilitação do bispo Richard Williamson, excomungado nos anos 80 por outro motivo. Em uma entrevista, o bispo questionou a dimensão do extermínio de judeus.

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    Primeira governadora negra do Brasil, a atual secretária de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, viaja nesta terça-feira para os Estados Unidos, para participar, junto a representantes de 180 países, de um café da manhã com o presidente americano Barack Obama, nesta quinta-feira (5), em um hotel de Washington.

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    Israel proibiu a entrada de jornalistas estrangeiros em Gaza. Isso não vem impedindo que as imagens do massacre contra a população civil de Gaza circulem diariamente pelo mundo. A eficácia do bloqueio midiático diminuiu significativamente graças à internet. Os vídeos e fotos da rede Al Jazeera são reproduzidos por toda parte. Quem quiser, pode também ter informações direto de Gaza, pelo blog "Moments of Gaza", mantido por Natalie Abou Shakra (foto).

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    O Fórum de Rádios é um espaço de articulação radial que integra o trabalho de rádios comunitárias, livres, cidadãs e coletivos de rádios conformando um projeto de intercâmbio na produção de informação livre em formatos diversos. Por isso, o Fórum de Rádios contribui no fortalecimento dos laços de cooperação e intercâmbio, através do uso estratégico de novas tecnologias (TICs). Os conteúdos que nascem no Fórum de Rádios são de uso e circulação livre para os meios comunitários do mundo.

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    O Exército de Israel declarou nesta segunda-feira que deixará completamente a faixa de Gaza após a posse de Barack Obama na Presidência dos Estados Unidos, nesta terça-feira (20). A medida aponta para a saída rápida das tropas do território palestino após o cessar-fogo de sete dias declarado por Israel neste domingo.

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    O Fundo Brasil de Direitos Humanos lançou mais um edital para apoiar projetos de 2009 focados no combate à violência institucional e à discriminação. Peço a todos que inscrevam os seus projetos ou divulguem essa iniciativa entre os seus contatos. Inscrições até 23 de março de 2009. Vocês podem encontrar mais informações na página do

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    O Brasil vai voltar a ser palco do maior encontro da sociedade civil e movimentos sociais do planeta. A partir do próximo dia 27, Belém, capital do Pará, vai abrigar a nona edição do Fórum Social Mundial e deve reunir 120 mil participantes, de acordo com a organização do evento. Os investimentos na cidade para a reunião devem chegar a mais de R$ 100 milhões. Realizado em Porto Alegre em 2001, 2002, 2003 e 2005, o FSM passou pela Índia, em 2004, pela Venezuela, em 2006, pelo Quênia, em 2007, e no último ano não teve um epicentro, com a realização de eventos simultâneos em 82 países.

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    O Governo de Angola deve aproveitar todas as oportunidades e áreas que achar necessárias no âmbito da cooperação bilateral com a China, afirmou sábado, em Luanda, o embaixador angolano na República Popular da China, João Bernardo. O diplomata fez estas declarações à Angop aquando da chegada a Luanda do ministro do Comércio da China, Chen Deminz, que hoje termina a sua missão oficial a Angola, no quadro do reforço da cooperação entre os dois países.

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    Uma quadrilha que seqüestrava e vendia crianças dentro da China foi desmantelada depois de uma extensa investigação, informou nesta quarta-feira a imprensa estatal do país. Crianças com idade entre dois e três anos eram capturadas por motoqueiros enquanto brincavam ou dormiam na cidade de Yueyang e eram levadas a outras regiões para serem vendidas

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    O governo da França afastou do país 45 mil imigrantes em situação irregular desde a posse do presidente Nicolas Sarkozy, em maio de 2007. Com a introdução de novas restrições na política de imigração e o uso de incentivos para retornos voluntários, o governo conseguiu superar a meta de expulsões fixada para 2008

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    Um reservista israelense foi condenado à prisão por se negar a servir na Faixa de Gaza. É o primeiro caso de recusa noticiado na imprensa desde o início da ofensiva militar contra o grupo islâmico Hamas. O combatente tomou a decisão motivado pela morte de civis palestinos. Ele deve ficar preso por duas semanas.

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    A operação militar de Israel na faixa de Gaza foi iniciada no dia 27 de dezembro e já deixou centenas de palestinos e mais de 10 israelenses mortos.

    Israel afirma que a ofensiva tem o objetivo de impedir que militantes palestinos continuem lançando foguetes contra o território israelense.

    A BBC elaborou uma série de perguntas e respostas sobre o conflito em Gaza.

    Por que Israel iniciou os ataques contra a faixa de Gaza?
    Os israelenses afirmam que lançaram os ataques para impedir que grupos militantes palestinos continuem lançando foguetes contra seu território.

    Israel quer que o lançamento de foguetes seja interrompido e que sejam tomadas medidas para impedir o rearmamento do Hamas, grupo que controla a faixa de Gaza.

    Para atingir esse objetivo, Israel está tentando destruir ou reduzir a capacidade de combate do Hamas e tomar controle de seus estoques de armas.

    Os ataques israelenses foram iniciados em 27 de dezembro, pouco depois de o Hamas anunciar que não iria renovar um acordo de cessar-fogo que estava em vigor desde junho de 2008.

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    Uma nota do Partido dos Trabalhadores condenando o que qualifica de "ataques criminosos" de Israel contra Gaza gerou reação indignada de entidades judaicas.

    Comparação com o nazismo pelo PT é ofensiva, diz ministro israelense

    O comunicado do PT, assinado por seu presidente, Ricardo Berzoini, e pelo secretário de Relações Internacionais do partido, Valter Pomar, diz, no trecho mais polêmico, que "a retaliação contra civis é uma prática típica do Exército nazista".

    A Confederação Israelita do Brasil divulgou nota registrando "profundo espanto" com o comunicado do PT.

    "Rejeitamos ainda sua comparação de qualquer movimento por parte de Israel com o Exército nazista. (...) [Nos campos de extermínio] as minorias assassinadas não carregavam morteiros e nem foguetes, não detinham conhecimento de técnicas terroristas nem se escondiam atrás de civis, de forma covarde, como fazem os líderes do Hamas", diz.

    A nota do PT também foi alvo de contestação da seção latino-americana do Centro Simon Wiesenthal, que luta pela punição a criminosos de guerras nazistas, com sede em Buenos Aires.

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    Os principais países árabes e as potências ocidentais chegaram a um consenso nesta quinta-feira por uma resolução da ONU que reivindica um cessar-fogo imediato e prolongado entre o grupo radical islâmico Hamas e o Exército de Israel na faixa de Gaza. Eles pedem por uma votação imediata do documento no Conselho de Segurança da organização.

    Ao menos 760 palestinos morreram nos 13 dias de ofensiva ao território palestino. Destes, 257 são crianças e adolescentes menores de 17 anos, de acordo com informações da ONU desta quinta-feira. Do lado israelense, oito soldados e três civis morreram.

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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi eleito a 18ª pessoa mais poderosa do mundo pela revista americana "Newsweek".

    Atrás do presidente eleito dos EUA, Barack Obama --número um da lista composta de 50 nomes-- e dos presidentes da China, Hu Jintao, e França, Nicolas Sarkozy, Lula ficou à frente de nomes como a democrata Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, e do papa Bento 16.

    Ao citar o brasileiro, a revista americana diz que o "ex-sindicalista cabeludo" levou o país, "que já esteve à beira da ruína", a ser uma das mais saudáveis economias emergentes

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